quinta-feira, 18 de abril de 2013

AVA

O AVA é um ambiente virtual ao qual tivemos os primeiros contatos através da disciplina de Tecnologia e Informação da Comunicação do 6º período do curso de Pedagogia da UFES, ministrada pela Prof. Drª Daisa Teixeira.

Por meio dessa ferramenta foram criados fóruns de discussões, com os temas: “O que é informação”, “O que é conhecimento?” “Pode existir sociedades sem escolas?”. A turma apresentou os seus posicionamentos a respeito desses assuntos, por meio de vídeos, textos e imagens.

O trabalho com o AVA durante a disciplina de TIC possibilitou trocas de conhecimentos, saberes e experiências entre os alunos e a professora, ampliando dessa forma as nossas práticas educativas e relações sociais.

Além disso, essa ferramenta apresentou-se como um método avaliativo diferenciado, valorizando nossas opiniões e reflexões.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

conscientização sobre a dengue


Confecção de cartazes, paródia e jogos para conscientizar as crianças

Elizabeth Nader
Ação contra a dengue nas escolas
Crianças são conscientizadas a respeito dos cuidados com a dengue através de atividades lúdicas
Jogos, apresentações, paródia e produção de cartazes. São variadas as atividades de que os alunos da rede municipal participam na campanha de combate à dengue.
Entre as ações desenvolvidas pelo Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Carlita Corrêa Pereira, no Centro, está o momento de vivência com as crianças no pátio da escola com o "Jogo dos 7 erros", em que são apresentados cuidados e precauções no combate à dengue, com simulação de situações para que elas participem dizendo o que está certo e errado (exemplos: pneu com água, vasos de plantas e garrafas viradas para baixo).
Também haverá visita de um agente de saúde convidado para dialogar com as crianças sobre a sua função enquanto profissional de combate à dengue e a importância em recebê-lo em suas residências; confecção coletiva de cartazes; exposição do material produzido pelos corredores da escola; presença de ator fantasiado de mosquito da dengue entregando panfletos informativos (aos pais e responsáveis nos horários de entrada e saída dos alunos).
Cmei Georgina da Trindade Faria, em São José, tem se mobilizado de uma forma especial. Nesta sexta-feira (5), crianças de 4 e 5 anos vão encenar a paródia "O mosquito dengoso", que tem como pano musical a melodia da famosa e inconfundível canção infantil "A barata diz que tinha". As crianças já estão se preparando para a apresentação, que acontecerá às 11 horas, no auditório da escola, com a presença dos pais.
Além dessa ação, a unidade também está executando outras atividades complementares à conscientização e sensibilização da doença, como: exibição de vídeo sobre o ciclo do mosquito transmissor da dengue; reprodução ampliada no cartaz do mosquito, onde as crianças menores irão pintar e fazer colagem; leitura de histórias envolvendo a temática da dengue; leitura de notícias de jornal nas salas de aula sobre os sintomas e riscos da dengue; e produção de histórias escritas
pelos alunos.
Os mais coloridos cartazes produzidos por crianças de três anos já podem ser conferidos nos corredores do Cmei Rubens Duarte de Albuquerque, em Itararé. Os pequenos não pouparam criatividade para expressar em cores e formas como combater a dengue. Com as crianças maiores, com
faixa de idade de 6 anos, os professores estão executando atividades em sala de aula, envolvendo-as com textos de conscientização e produção de ilustrações.
Já na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Octacílio Lomba, em Maruípe, o Dia da Família na Escola coincide com o encerramento da campanha "Não é mentira! Dengue pode matar!", nesta sexta (5). Na ocasião, alunos, pais, parentes e responsáveis poderão experimentar uma realidade aumentada ao observar uma maquete que contém o ciclo da dengue, enquanto recebem orientações e explicações de um profissional da Unidade de Saúde de Maruípe sobre a correta maneira de prevenir e combater a doença.
 Essa reportagem foi retirada do site da Prefeitura de Vitória e pode ser acessada no link a seguir: 


Por: Elaine V. Pereira

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A indisciplina na Educação Infantil


Em cartaz, a indisciplina

(Beatriz Vichessi)

Qualquer educador tem histórias para contar sobre o comportamento dos alunos em classe. Algumas parecem filmes de terror, e outras, comédias do tipo pastelão. Para seguir em frente, haja paciência e pulso firme - as duas soluções para o problema, de acordo com o senso comum. Na verdade, essas capacidades permitem apenas lidar superficialmente com a indisciplina. Resolvê-la requer estudo. O assunto é tão sério que pesquisadores têm se dedicado a observar professores e estudantes e conversar com eles. "A escola tem de refletir sobre suas posturas e reinventá-las", diz Joe Garcia, coordenador do grupo de pesquisa Indisciplina na Educação Contemporânea, da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Confira três pesquisas com dados interessantes para quem está disposto a dar um basta às situações fora de controle e mudar o fim da história.

A garotada quer ser ouvida pelos educadores

Durante sete meses, em um estudo realizado com turmas de 9º ano de uma escola em Cândido de Abreu, a 305 quilômetros de Curitiba, Mônica Macedo, mestre em Educação pela UTP, ouviu o lado da história que sempre é julgado como culpado pela indisciplina: os estudantes. Na tese A Indisciplina Escolar na Perspectiva dos Alunos, ela revela que os jovens têm consciência das atitudes que praticam. Ao mesmo tempo, apontam questões de responsabilidade da escola que desencadeiam os comportamentos ditos inadequados. Eles consideram que os professores não têm coerência ao lidar com os problemas do dia a dia da sala de aula. Um dos alunos disse que às vezes fica pensando por que alguns professores deixam usar boné na sala e outros não. Um colega comentou: "Na sala de aula, quem tem autoridade é o professor. Lá fora é a diretora (...). Se a indisciplina é dentro da sala, o professor tem de dar conta de resolver porque ele tá envolvido. Às vezes, foi ele que provocou. Ou então ele tem de resolver porque é professor". A falta de regras claras e a exclusão da garotada nas discussões que as definem também são apontadas pelos alunos como problemas que fazem o clima esquentar. "Os jovens querem ter voz, participar da elaboração do projeto político-pedagógico (PPP). Quando não consultados, afrontam os educadores e a instituição", diz Mônica.

Antes de tomar uma atitude, vale analisar o problema

Julio Groppa Aquino, professor da Universidade de São Paulo (USP), investigou registros de ocorrências disciplinares de turmas do Ensino Médio de uma escola pública paulista. O material foi reunido durante cinco anos. Ao analisá-lo, ele concluiu que na hora de tomar uma atitude é imprescindível que os educadores levem em conta que os diversos atos indisciplinados que ocorrem nas escolas têm naturezas diferentes. Considerando essa ideia, no artigo Da (Contra) Normatividade do Cotidiano Escolar: Problematizando o Discurso sobre a Indisciplina Discente, Aquino propõe três classificações distintas para diversos comportamentos e atos indisciplinados. São elas: atitudes impróprias, infrações regimentares e atos violentos. O primeiro grupo faz referência ao campo geral da incivilidade e diz respeito à não-realização das atividades, recusa a pedidos ou ordens dadas pelo professor, ameaça de nudez, atividades alheias às aulas, brincadeiras constrangedoras, despropositadas ou agressivas, cantorias em aula, conversas paralelas, descumprimento de acordos, questionamentos irônicos e uso de palavrões, entre outros. As infrações regimentais incluem deboches às normas escolares, como adulteração e destruição de documentos, atrasos, ausência de material, interrupção externa de aula sem autorização, não realização dos deveres, saída da aula sem autorização e uso de aparelhos sonoros ou de telefone celular em sala, além de cabular aulas. Por fim, os atos violentos - físicos ou verbais - podem se referir ao patrimônio escolar, ter a ver com conflitos entre os estudantes ou, então, envolver a moçada e os educadores. A divisão em categorias distintas é interessante porque, não raro, tudo é colocado no mesmo balaio como se fossem problemas iguais ou se tratasse de uma sucessão progressiva: da indisciplina à incivilidade e desta à violência. "Não faz sentido pensar assim. Esses problemas não têm necessariamente a mesma raiz nem são ligados por uma relação direta de casualidade", explica Aquino.

A bagunça dos pequenos nem sempre é indisciplina


Mesmo ainda sendo tão pequenas, crianças da Educação Infantil às vezes são consideradas indisciplinadas pelos educadores. Para conhecer os motivos desse julgamento, Mariana Franzoloso, mestre em Educação pela UTP, observou três turmas de pré-escola da rede municipal de Curitiba durante seis meses. Na tese Indisciplina e Desenvolvimento Moral na Educação Infantil, ela mostra que muitas das atitudes consideradas pelos docentes como bagunça são, na verdade, importantes para desenvolver a sociabilidade da meninada. Por exemplo, a famosa conversa paralela. "Na Educação Infantil, ela deve de ser encarada como algo que ajuda no desenvolvimento moral dos pequenos e tem a ver com convivência", explica Mariana. De acordo com ela, a dificuldade em aceitar ou seguir regras e respeitar o outro, inclusive figuras de autoridade, também se relaciona a esse processo. Por isso, por mais que as normas estabelecidas pelos docentes sejam claras, se forem coercitivas e autoritárias, não farão sentido para a criançada. Regras como não empurrar e não bater no colega podem ser mais bem entendidas se assimiladas pelas crianças de modo reflexivo. É mais adequado conversar e questioná-las: pode bater no colega ou não? Por que não pode? "Dessa maneira, os pequenos entendem as regras e os combinados por meio de conclusões que eles mesmos elaboram", explica Mariana.



Abraços,

Rovena Teixeira Libardi.

 

Teatro e Imaginação na Pré Escola

Fotos: Fernanda Preto/Ilustração: Alice Vasconcellos


A capacidade de fazer de conta é uma das características mais relevantes da infância, pois está diretamente ligada ao desenvolvimento intelectual e físico dos pequenos. Quando imagina que é um policial à procura de um bandido, a criança elabora respostas às distintas situações que surgem e, ao pôr em prática seu personagem, estabelece movimentos que ampliam a consciência e a expressão corporais. Por isso, os jogos teatrais são uma ótima maneira de desenvolver a relação da criança com o próprio corpo, com o do outro e com o espaço. Eles são jogos de construção em que a consciência do "como se" é trabalhada de forma gradativa em direção à articulação da linguagem artística teatral. "No processo de construção dessa linguagem, a criança estabelece com seus pares uma relação de trabalho, combinando a imaginação dramática com a prática e a consciência na observação das regras", explica Ingrid Dormien, que leciona Teatro Aplicado à Educação na Universidade de São Paulo (USP) e é coordenadora de projetos da Escola de Educadores.

Descobrindo novas possibilidades corporais 
O jogo teatral gira em torno de três elementos: onde se passa a cena, quem faz parte dela e qual ação se desenvolve. O professor deve dividir a turma em grupos e propor que cada um decida o que apresentar à plateia - sem o uso de falas nem de objetos cênicos. Exemplo: se escolhem explorar o fundo do mar, as crianças têm de interagir com criaturas e plantas marinhas imaginárias, deixando claros os três elementos básicos.

Ingrid diz que a intervenção docente pode e deve ocorrer durante a cena. "Se o professor perceber que os gestos não são muito claros, pode instruir os pequenos a repeti-los em câmera lenta. Os jogos teatrais abrem possibilidades infinitas de trabalhar a expressividade corporal", afirmaDurante a ação, deve-se atentar também o uso do espaço e de que forma se dá a interação.

Com base no que foi observado, é necessário fazer propostas que representem desafios e incentivem todos a buscar novas possibilidades de expressão. Se um grupo escolheu um espaço pequeno e interagiu pouco, por exemplo, no jogo seguinte o professor pode estabelecer que, independentemente da situação, os objetos utilizados em cena terão de passar pela mão de todos e a área precisa ser ampla.


Reportagem extraída dehttp://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/teatro-imaginacao-pre-escola-jogos-546388.shtml


Por: Ana Beatriz Memelli Lopes

quinta-feira, 21 de março de 2013

O meio ambiente é nosso!

Preservar a natureza deve ser uma preocupação constante durante o ano todo, mas que tal aproveitar o mês de junho, em que é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06), para envolver ainda mais as crianças e até mesmo os pais no assunto? Para atender a essa finalidade, Cláudia de Castro Longhi, professora de educação infantil do Colégio Savioli, de São Paulo (SP), criou uma história sobre uma minhoca que cada vez que mergulhava na água trazia consigo muito lixo e sinais de poluição ao invés de peixes.

Confeccione a minhoca Ninoca, sugerida pela professora Cláudia de Castro Longhi, e ensine seus alunos a recolher todo lixo que encontrarem e manter o meio ambiente sempre limpo.
Confira as atividades propostas pela psicóloga educacional Isabel Cristina Rocha Sampaio e pela coordenadora pedagógica Celina Botana, da escola O Mundo da Criança, para reforçar os cuidados com a natureza.
 
Referência:
Por: Jessica L. de Vasconcellos.

quinta-feira, 14 de março de 2013

A aprenzagem de instrumentos musicais


Aprendedo instrumentos musicais

 


Quando falamos de musicalização infantil dizemos de um desenvolver o gosto musical como construção do desenvolvimento cognitivo, artístico e pessoal da criança.  Segundo Carneiro é uma forma de tornar o individuo sensível  e receptivo ao fenômeno sonoro.

A música é fundamental para o desenvolvimento da criança, principalmente das pequenas – pois é um dos modos der expressão do individuo como ser de capacidades, experiências, vivencias. Alem disso proporciona maior integração entre as próprias crianças e a interação na sociedade de modo geral. Ajuda a desenvolver a autonomia, o desenvolvimento e aprendizagem de seu próprio corpo ( o que é muito importante para as crianças pequenas). Também auxilia no desenvolvimento da linguagem da criança.

A música proporciona de forma lúdica o aprendizado no: andamento da musica - ritmo e compasso : coordenação motora; letra: estimula a memorização e o desenvolvimento da linguagem.

Falando musica podemos tocar no assunto de que crianças que aprendem um instrumento musical são significativamente beneficiadas, pois aumenta a capacidade cognitiva do cérebro.  Proporciona o aumento da capacidade motora principalmente das mãos, aumenta em grande proporção estimulo visual e auditivo.

Alem de adquirir melhor concentração, melhorar a autoestima da criança e controle de seus movimentos, aumenta a capacidade da memória, refina a sua gestão de tempo e habilidades organizacionais, trabalhar em equipe, gestão de tempo  e habilidades organizacionais, melhora a coordenação, habilidade matemática, leitura e compreensão de textos, alem de ajudar a desenvolver a responsabilidade. Promove a auto-expressão, alivia o estresse. Cria um sentimento de conquista, promove suas habilidades sociais, aumenta as suas habilidades de escutar, ensina disciplina,
eleva as habilidades de seu desempenho e reduz o medo do palco, promove a felicidade em sua vida e aqueles ao seu redor. Os benefícios são muitos e de extrema importância para o desenvolvimento da criança é inevitavel negar.



por: Elaine V. Pereira

Sexualidade na Infância




A reação da grande maioria dos adultos depois que seu filho faz perguntas do tipo "Como eu nasci?" ou "Como o meu irmãozinho foi parar dentro da sua barriga?" e mesmo quando "flagramos" a criança brincando com os seus órgãos genitais é de surpresa e, em alguns casos, de constrangimento.
Os valores culturais e morais, ainda que diferentes e mais abertos do que anos atrás, ainda nos remetem infância à pureza e inocência. Crianças são puras e inocentes no sentido de que quando brincam de médico ou tocam suas partes íntimas não tem idéia de libido e sexo como os adultos, apenas estão se descobrindo e sentindo prazer no que fazem.
São os adultos que erotizam as atitudes da criança, dando um sentido distorcido, proibido e, por vezes, sujo. Essa não é a melhor maneira de lidar com a sexualidade infantil. E como já vimos, sexualidade não é sexo.
A criança desde que nasce está desenvolvendo a sexualidade. Começa pelo desejo e prazer de se alimentar, de descobrir os pezinhos e as mãos e levar tudo à boca. Quando começa a se distinguir do outro, descobre as diferenças entre homens e mulheres e meninos e meninas, brincando até com os órgãos sexuais do coleguinha. Tudo naturalmente, dependendo da atitude dos pais diante essas descobertas.
Caso os pais vejam a criança acariciando seu órgão genital na frente de outras pessoas, ao invés da bronca, diga para seu filho que isso é um ato íntimo e não pode ser feito na frente de outras pessoas ou simplesmente chame-o para brincar de outra coisa.
Como agir - Se for brincadeira com outro coleguinha da mesma idade, deixe passar e converse sobre o assunto depois ou peça para que eles parem a brincadeira, pois o papai ou a mamãe precisam de ajuda, sem soar como recriminação. Brincadeiras com crianças da mesma idade não há perigo, o problema haverá quando uma criança for muito mais velha que a outra, dando outro sentido à brincadeira.
Já uma masturbação excessiva é significativa de alguma alteração emocional. Procure um profissional para melhor avaliação e orientação tanto para a criança quanto família.
Agora, diante de perguntas que peguem papai e mamãe de "calças curtas", o ideal é responder até onde a curiosidade da criança alcança. Informações de menos levam a criança satisfazer a curiosidade em lugares muitas vezes inadequados. Informações de mais, como uma aula completa sobre como o irmãozinho foi parar dentro da barriga da mamãe podem fazer confusão na cabecinha da criança ou mesmo superestimular seu filho.
Para começar a responder qualquer pergunta do seu filho, responda com outra pergunta para saber até onde a curiosidade chega. Por exemplo: se a pergunta for como os bebês vão parar dentro da barriga, pergunte a ele como ele acha que os bebês chegam nela. E então comece a sua explicação.
Já as mentiras contadas pelos pais farão com que as crianças não confiem mais na relação e a conversa sobre sexualidade seja um canal fechado, tendo como consequência mais tarde uma gravidez indesejada ou mesmo vergonha de falar sobre um abuso sexual.
Abuso sexual é outro motivo para que se fale sobre sexualidade desde pequeninos. Já se pode explicar para crianças de até três anos sobre as partes do corpo e que adultos não podem acariciar certas partes. Mesmo orientar brincadeiras com crianças da mesma idade e não com crianças mais velhas.
Tudo o que é passado para as crianças com transparência e naturalidade, sem preconceitos e mentiras, é desenvolvido da melhor maneira sem traumas ou consequências.


Por: Ana Beatriz Memelli Lopes

quarta-feira, 13 de março de 2013

Conhecimento e Diversão em Alguns Pontos de Vitória


Espaços de Conhecimento e Cultura em Vitória

Existem vários espaços em vitória que proporcionam  diversão e aprendizagem ao mesmo tempo. São espaços que trazem conhecimentos culturais e científicos com oportunidade de interações tanto para adultos quanto para crianças.Alguns deles são: o Planetário de Vitória, Praça da Ciência, Escola de Ciência Física e Escola da Ciência/ Biologia/História.
Planetário de Vitória

Mantido por meio de uma parceria entre a Secretaria de Educação e a Universidade Federal do Espírito Santo( UFES) , o Planetário de Vitória é um ambiente que pode ser visitado por pessoas de todas as idades. O público se diverte conhecendo os planetas, as constelações, os movimentos de translação e rotação e as lendas que envolvem o universo. A principal atração é a sessão Planetário. Ela ocorre numa sala que tem o teto em forma de cúpula, sobre o qual se projetam imagens do céu noturno.Sentados sob a cúpula, num ambiente escuro parecido com o cinema, os espectadores são levados a uma viagem pelo cosmo, que é guiada pela orientação do monitor.As visitas ao Planetário são gratuitas. O agendamento é necessário para os grupos acima de 20 pessoas. Ele é realizado de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 e das 14 às 18 horas, pelo telefone (27) 4009-2489, pelo e-mail planetario@planetariodevitoria.ufes.br ou no Planetário.


Praça da Ciência

A Praça da Ciência oferece, gratuitamente, conhecimento e diversão em um local agradável, de frente para o mar, com segurança e amplo estacionamento, além da orientação de monitores durante a visita. As vias de circulação são livres, inclusive para cadeirantes. O acervo é composto por 16 equipamentos que podem ser manipulados para o estudo dos conceitos científicos ligados principalmente à Física. É um local muito visitado por crianças e apreciadores da Ciência. Fotografias e filmagens são permitidas.
Grupos acima de 15 pessoas devem agendar a visita, que é gratuita.

Telefone: (27) 3345-0882, no horário comercial ou por email: pracaciencia@hotmail.com.Horário de funcionamento: de terça a sábado e feriados, das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas; domingos, das 14 às 18 horas.



Escola da Ciência Física

A Escola da Ciência - Física tem a proposta de popularizar a física, abordando conceitos ligados à eletricidade, à óptica e à mecânica de forma a encantar os visitantes. Desperta-se a curiosidade das pessoas, e, dessa forma, muitas acabam compreendendo melhor certos fenômenos científicos.Durante a visitação, um monitor apresenta ao público todos os equipamentos presentes no museu de ciências. É possível testá-los, tornando o roteiro ainda mais divertido. Assim, o visitante é capaz de experimentar a desorientação espacial ou a escalada em uma parede de oito metros de altura, situações incomuns no dia a dia.As visitas são gratuitas para estudantes de escolas públicas ou privadas e para a comunidade. Grupos acima de 10 pessoas precisam agendar a visitação, pois eles requerem monitores exclusivos. 

Mensalmente, a partir do dia 15, agendam-se as visitas do mês seguinte, por meio do telefone (27) 3233-3556, pelo e-mail ecienciafisica@gmail.com ou no próprio espaço.

 

Escola da Ciência - Biologia e História

A Escola da Ciência - Biologia e História (ECBH) é um museu que une natureza e cultura para falar da identidade capixaba. Parte-se do princípio de que esses conceitos não podem ser abordados separadamente, pois o homem cria sua cultura ao interferir no espaço natural. No entanto, a interferência sem reflexão prejudicou os diversos ecossistemas locais, levando à redução da cobertura da Mata Atlântica, à destruição quase completa da Restinga e ao avanço dos aterros sobre as regiões de Manguezal.

Atrações:

Quem passar pelo museu vai encontrar diversos elementos que facilitam o aprendizado acerca da identidade capixaba. É possível observar maquetes do patrimônio histórico regional; animais taxidermizados oriundos de ecossistemas (Restinga e Mata Atlântica); artefatos arqueológicos, que provam a existência de populações pré-históricas em nossa região; bem como aquários com fauna marinha e fluvial que ocorrem ou não no Espírito Santo.No espaço dedicado ao bairro Santo Antônio, o visitante poderá contemplar diversas fotos antigas e atuais da região e a maquete da Basílica de Santo Antônio. O bairro é o mais antigo da capital.

Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas; sábados e feriados, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas.



Crianças Pequenas que Aprendem Outros Idiomas

                            Aprendendo Outra Língua Desde Cedo


Falamos sobre a importância de as crianças começam a aprender outros idiomas desde pequeno e será muito mais fácil de adquirir a língua como seu e vai abrir muitas portas, tanto no mercado de trabalho e do mundo em geral.
Nas escolas, ou nos cursinhos de idiomas, elas estão lá. Crianças pequenas, às vezes, com menos de cinco anos. Surge aí a dúvida: como deve ser o ensino de outra língua para elas?

Muitos linguistas e pedagogos acreditam que, a segunda língua, pode ser introduzida, ainda, na primeira infância, por volta dos dois ou três anos. Mas para isso, é preciso que a criança já tenha uma boa base na língua-mãe, no nosso caso, o português. Todo esse processo deve ser gradual e cercado de muita cautela. Caso seja forçado, a criança pode até criar resistência ao idioma.
As aulas devem ser divertidas ou por meios de jogos. O que torna o processo de aprendizagem mais natural.Seguindo essas recomendações, a introdução do novo idioma pode trazer vários benefícios para as crianças. Além de maior domínio do idioma no futuro, elas podem desenvolver outras habilidades.
Aprender uma língua é muito mais fácil quando você começar a estudar desde a infância, porque a criança pode comprá-lo como seu, e na adolescência ou na idade adulta são mais difíceis de dominar.


terça-feira, 12 de março de 2013

Literatura Infantil

A Importância de Ouvir Histórias
(Eliane)

Ouvir histórias é um acontecimento tão prazeroso que desperta o interesse das pessoas em todas as idades. Se os adultos adoram ouvir uma boa história, um “bom causo”, a criança é capaz de se interessar e gostar ainda mais por elas, já que sua capacidade de imaginar é mais intensa.

A narrativa faz parte da vida da criança desde quando bebê, através da voz amada, dos acalantos e das canções de ninar, que mais tarde vão dando lugar às cantigas de roda, a narrativas curtas sobre crianças, animais ou natureza. Aqui, crianças bem pequenas, já demonstram seu interesse pelas histórias, batendo palmas, sorrindo, sentindo medo ou imitando algum personagem. Neste sentido, é fundamental para a formação da criança que ela ouça muitas histórias desde a mais tenra idade.

O primeiro contato da criança com um texto é realizado oralmente, quando o pai, a mãe, os avós ou outra pessoa conta-lhe os mais diversos tipos de histórias. A preferida, nesta fase, é a história da sua vida. A criança adora ouvir como foi que ela nasceu, ou fatos que aconteceram com ela ou com pessoas da sua família. À medida que cresce, já é capaz de escolher a história que quer ouvir, ou a parte da história que mais lhe agrada. É nesta fase, que as histórias vão tornando-se aos poucos mais extensas, mais detalhadas.

A criança passa a interagir com as histórias, acrescenta detalhes, personagens ou lembra de fatos que passaram despercebidos pelo contador. Essas histórias reais são fundamentais para que a criança estabeleça a sua identidade, compreender melhor as relações familiares. Outro fato relevante é o vínculo afetivo que se estabelece entre o contador das histórias e a criança. Contar e ouvir uma história aconchegado a quem se ama é compartilhar uma experiência gostosa, na descoberta do mundo das histórias e dos livros.

Algum tempo depois, as crianças passam a se interessar por histórias inventadas e pelas histórias dos livros, como: contos de fadas ou contos maravilhosos, poemas, ficção, etc. Têm nesta perspectiva, a possibilidade de envolver o real e o imaginário que de acordo com Sandroni & Machado (1998, p.15) afirmam que “os livros aumentam muito o prazer de imaginar coisas. A partir de histórias simples, a criança começa a reconhecer e interpretar sua experiência da vida real”.

É importante contar histórias mesmo para as crianças que já sabem ler, pois segundo Abramovich (1997, p.23) “quando a criança sabe ler é diferente sua relação com as histórias, porém, continua sentindo enorme prazer em ouvi-las”. Quando as crianças maiores ouvem as histórias, aprimoram a sua capacidade de imaginação, já que ouvi-las pode estimular o pensar, o desenhar, o escrever, o criar, o recriar. Num mundo hoje tão cheio de tecnologias, onde as informações estão tão prontas, a criança que não tiver a oportunidade de suscitar seu imaginário, poderá no futuro, ser um indivíduo sem criticidade, pouco criativo, sem sensibilidade para compreender a sua própria realidade.

Portanto, garantir a riqueza da vivência narrativa desde os primeiros anos de vida da criança contribui para o desenvolvimento do seu pensamento lógico e também de sua imaginação, que segundo Vigotsky (1992, p.128) caminham juntos: “a imaginação é um momento totalmente necessário, inseparável do pensamento realista.”. Neste sentido, o autor enfoca que na imaginação a direção da consciência tende a se afastar da realidade. Esse distanciamento da realidade através de uma história, por exemplo, é essencial para uma penetração mais profunda na própria realidade: “afastamento do aspecto externo aparente da realidade dada imediatamente na percepção primária possibilita processos cada vez mais complexos, com a ajuda dos quais a cognição da realidade se complica e se enriquece. (VIGOTSKY, 1992, p.129) ”.

O contato da criança com o livro pode acontecer muito antes do que os adultos imaginam. Muitos pais acreditam que a criança que não sabe ler não se interessa por livros, portanto não precisa ter contato com eles. O que se percebe é bem ao contrário. Segundo Sandroni & Machado (2000, p.12) “a criança percebe desde muito cedo, que livro é uma coisa boa, que dá prazer”. As crianças bem pequenas interessam-se pelas cores, formas e figuras que os livros possuem e que mais tarde, darão significados a elas, identificando-as e nomeando-as.

É importante que o livro seja tocado pela criança, folheado, de forma que ela tenha um contato mais íntimo com o objeto do seu interesse. A partir daí, ela começa a gostar dos livros, percebe que eles fazem parte de um mundo fascinante, onde a fantasia apresenta-se por meio de palavras e desenhos. De acordo com Sandroni & Machado (1998, p.16) “o amor pelos livros não é coisa que apareça de repente”. É preciso ajudar a criança a descobrir o que eles podem oferecer. Assim, pais e professores têm um papel fundamental nesta descoberta: serem estimuladores e incentivadores da leitura.


Abraços,
Rovena Teixeira Libardi.

A musicalização na Educação Infantil

O Papel da Música na Educação Infantil

Lígia Karina Meneghetti Chiarelli
Sidirley de Jesus Barreto

Snyders (1992) comenta que a função mais evidente da escola é preparar os jovens para o futuro, para a vida adulta e suas responsabilidades. Mas ela pode parecer aos alunos como um remédio amargo que eles precisam engolir para assegurar, num futuro bastante indeterminado, uma felicidade bastante incerta. A música pode contribuir para tornar esse ambiente mais alegre e favorável à aprendizagem, afinal “propiciar uma alegria que seja vivida no presente é a dimensão essencial da pedagogia, e é preciso que os esforços dos alunos sejam estimulados, compensados e recompensados por uma alegria que possa ser vivida no momento presente” (SNYDERS, 1992, p. 14).

Além de contribuir para deixar o ambiente escolar mais alegre, podendo ser usada para proporcionar uma atmosfera mais receptiva à chegada dos alunos, oferecendo um efeito calmante após períodos de atividade física e reduzindo a tensão em momentos de avaliação, a música também pode ser usada como um recurso no aprendizado de diversas disciplinas. O educador pode selecionar músicas que falem do conteúdo a ser trabalhado em sua área, isso vai tornar a aula dinâmica, atrativa, e vai ajudar a recordar as informações. Mas, a música também deve ser estudada como matéria em si, como linguagem artística, forma de expressão e um bem cultural. A escola deve ampliar o conhecimento musical do aluno, oportunizando a convivência com os diferentes gêneros, apresentando novos estilos, proporcionando uma análise reflexiva do que lhe é apresentado, permitindo que o aluno se torne mais crítico. Conforme Mársico (1982, p.148) “[...] uma das tarefas primordiais da escola é assegurar a igualdade de chances, para que toda criança possa ter acesso à música e possa educar-se musicalmente, qualquer que seja o ambiente sócio-cultural de que provenha”.

As atividades musicais realizadas na escola não visam a formação de músicos, e sim, através da vivência e compreensão da linguagem musical, propiciar a abertura de canais sensoriais, facilitando a expressão de emoções, ampliando a cultura geral e contribuindo para a formação integral do ser. A esse respeito Katsch e Merle-Fishman apud Bréscia (2003, p.60) afirmam que “[...] a música pode melhorar o desempenho e a concentração, além de ter um impacto positivo na aprendizagem de matemática, leitura e outras habilidades lingüísticas nas crianças”.

Além disso, como já foi citado anteriormente, o trabalho com musicalização infantil na escola é um poderoso instrumento que desenvolve, além da sensibilidade à música, fatores como: concentração, memória, coordenação motora, socialização, acuidade auditiva e disciplina. Conforme Barreto (2000, p.45):

Ligar a música e o movimento, utilizando a dança ou a expressão corporal, pode contribuir para que algumas crianças, em situação difícil na escola, possam se adaptar (inibição psicomotora, debilidade psicomotora, instabilidade psicomotora, etc.). Por isso é tão importante a escola se tornar um ambiente alegre, favorável ao desenvolvimento.

Gainza (1988) afirma que as atividades musicais na escola podem ter objetivos profiláticos, nos seguintes aspectos:

- Físico: oferecendo atividades capazes de promover o alívio de tensões devidas à instabilidade emocional e fadiga; 
- Psíquico: promovendo processos de expressão, comunicação e descarga emocional através do estímulo musical e sonoro;
- Mental: proporcionando situações que possam contribuir para estimular e desenvolver o sentido da ordem, harmonia, organização e compreensão.

Para Bréscia (2003, p. 81) “[...] o aprendizado de música, além de favorecer o desenvolvimento afetivo da criança, amplia a atividade cerebral, melhora o desempenho escolar dos alunos e contribui para integrar socialmente o indivíduo”.


Abraços,
Rovena Teixeira Libardi.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Educação Nutricional


Para as crianças, a aparência ou apresentação do alimento é tão importante quanto o sabor. Por isso, abuse das técnicas de culinária para tornar frutas, legumes e verduras mais interessantes aos olhos dos pequenos e incentivá-los a comer de tudo um pouco. 
  


Algumas crianças também gostam de cozinhar quase tanto quanto de comer. Aproveite essa curiosidade natural delas para torná-las mais receptivas a novos sabores e texturas, convidando-as a participar da preparação dos alimentos. Você vai ver que a culinária pode ser uma excelente ferramenta no processo de educação nutricional, criando responsabilidade e autonomia nos alunos.

Oficinas culinárias

Trabalhar com oficinas culinárias na escola é divertido e, ao mesmo tempo, educativo e saudável. Para a realização dessas oficinas: 
 Tenha conhecimentos prévios sobre alimentação saudável, higiene, pirâmide dos alimentos, funções dos nutrientes etc. 
 Elabore receitas criativas ou peça que o aluno traga alguma receita de casa, sendo que o educador deve especificar o tema abordado. 
 É preciso ter uma cozinha na escola. 
 Separe todos os ingredientes e utensílios de cozinha. 
 Lave suas mãos e as dos alunos antes de qualquer procedimento na cozinha. 
 Caso os alunos tenham avental, incentive o uso, bem como toucas e cabelos presos. 
 Prepare os alimentos com os alunos, com bastante cuidado e atenção!

Vitamina festa das frutas

Ingredientes:
 Frutas (banana, maçã e morango) 
 Leite desnatado e iogurte desnatado
Modo de preparo: 
Lave os morangos em água fria e deixe escorrer. Higienize numa solução clorada por 10 minutos. Retire-os da solução e lave-os em água limpa. Reserve. Descasque a banana e a maçã. Coloque a banana, a maçã e os morangos no liquidificador. Acrescente o leite, o iogurte natural e um pouco de mel. Bata a mistura até ficar de uma cor só, sem pedaços, e sirva.

Dica esperta!
Durante as atividades, estimule a participação das crianças. Mostre a fruta inteira, explique a importância de lavar a fruta antes do preparo, deixe a criança pegá-la e experimentar, fale sobre os alimentos durante o preparo e coloque um nome divertido nos pratos.

Sanduíche divertido

Ingredientes:
 Pão de forma 
 Cenoura cozida cortada em rodelas
 Cenoura crua ralada
 Tomate cortado no formato de meia-lua 
 Tomate-cereja 
 Alface crespa picada em tiras ou folhas inteiras 
 Abobrinha ralada cozida 
 Beterraba cozida cortada em palitos 
 Requeijão light ou queijo branco ou peito de peru
Montagem: 
1. Deixe todos os ingredientes preparados em vasilhas separadas.
2. Estimule a criatividade das crianças, sugerindo que elas preparem um sanduíche fazendo uma carinha. Por exemplo: que o pão seja o rosto, a cenoura em rodelas sejam os olhos e que a alface seja o cabelo.
3.
 Você pode fazer uma carinha em uma folha de sulfite para as crianças terem como exemplo.
4.
 Fotografe os pratos antes de as crianças saborearam os lanches.

Dica esperta!
(...) Durante a atividade, ressalte a importância de cada nutriente dos alimentos. Por exemplo: a cenoura é rica em vitamina A e é importante para a visão, ou explique os grupos alimentares e a importância de cada um deles (energéticos, construtores e reguladores).
Monte cardápios coloridos e sirva de forma divertida, criando desenhos nos alimentos e ao mesmo tempo incentivando a participação das crianças na elaboração dos pratos (...).

Veja mais atividades que podem ser realizadas:
 Concurso de receitas: peça para as crianças trazerem uma receita que seja saudável e da qual elas gostem e discuta sobre as receitas em sala de aula. A melhor receita será realizada em uma das aulas de culinária.
 Carinha de frutas: monte uma carinha tendo como base apenas frutas (maçã, pera, uva etc.). Recorte a boca, os olhos e o nariz com uma faca na maçã ou na pera e faça o cabelo com um cachinho de uvas preso com palitos de dentes, por exemplo.
 Prepare bolinhos de espinafre, bolo de cenoura, salada de frutas, entre outras receitas que as crianças possam auxiliar na elaboração e, ao mesmo tempo, manipular os ingredientes, pois isso as incentiva a experimentar novos alimentos.


Beijos,
Jessica Lima de Vasconcellos.